Gratinado de Shitake com Parmesão

Hidrate por 15 minutos o shitake na água fria.

Em uma frigideira grande, derreta uma colher de manteiga em fogo médio. Adicione o alho-poró, cortado em rodelas, depois o alho fatiado, o sal e a pimenta, mexa ocasionalmente, por 6 minutos ou até que o alho-poró amoleça. Reserve em uma tigela.

 Na frigideira, adicione o shitake mexendo ocasionalmente, por 5 a 8 minutos ou até que estejam macios. Polvilhe com farinha e cozinhe, mexendo, por 2 minutos ou até dourar levemente. Adicione a mistura de alho-poró reservada e misture. Adicione o frango desfiado já temperado (pode ser sobra do dia anterior). Junte o iogurte e a mostarda batidos. Cozinhe tudo, mexendo, por 3 a 5 minutos ou até engrossar. Adicione as castanhas e se desejar, a salsa e o tomilho.

Coloque a mistura numa assadeira e leve à geladeira para terminar no dia seguinte.

Para o recheio:

Coloque por cima as migalhas de pão passadas na manteiga. Polvilhe essa mistura com a salsa e o parmesão. Aqueça o forno 180ºC. Espere gratinar e sirva quente.

A história da cidade de São Luís

@thaisrocholi

Uma das lembranças mais alegres da minha infância era quando eu ficava sentada no colo da minha avó enquanto ela me contava história da sua juventude. Além de tudo, para ser mais sincera, eu costumava lamber o prato de brigadeiro quando acabava o doce.  E o bolinho de tapioca, existe algo mais gostoso que aquilo? Adorava sentir o cheirinho de erva doce que exalava perfume pela casa. Hoje, com tanto fast-food por aí e bolos industrializados, quase tem se perdido algumas raízes culturais.

E é claro que uma cidade muito especial que será sempre meu lar tem papel central no que pretendo contar, irei falar sobre São Luís que foi, majoritariamente, habitada pelos índios tupinambás. Nessa época os portugueses passaram a cobiçar o lugar para fazer suas colônias em meados de 1500, o pior do que poderia acontecer foi que várias expedições não tiveram um bom resultado.

Tudo começou quando Portugal em 1535 enviou uma expedição para São Luís, tendo como líder o capitão Aires da Cunha. O infortúnio diante dessa tentativa foi que a expedição acabou naufragando quando estava próxima da ilha. Beirando ao azar novamente, uma outra tentativa para cruzar o atlântico a fim de colonizar, novamente naufragou ao chegarem perto do canal do boqueirão. Parece incrível, mas até no começo do século XVII, já com estratégias de chegar por terra, as expedições vieram a fracassar.

Desanimados para voltar a linha de frente enviando portugueses para o Maranhão, Portugal deu um tempo, deixando o Maranhão sem colônia nesse período. Como estratégia, a França que brigava pelo litoral brasileiro, estava de olho no litoral norte. Não perdendo tempo, enviaram homens para colonizar o Maranhão no início do século XVII, passando a explorar a região.

Quando os franceses chegaram, o litoral maranhense era feito de entreposto e intermediava a ligação entre o Amazonas e os portos franceses da Bretanha e da Normandia. O porto principal era em São Luís, lugar onde está situada a região da Ponta d’Areia.

Nessa época  tinha um reduto protegido por um forte, atualmente, bairro do São Francisco, do início da Rua das Paparaúbas, onde fica hoje a Praça Botafogo e o edifício Malibu. Em 1600, o navegador Charles Des Vaux e seu vizinho, Daniel La Touche fizeram uma reunião com o rei da França, Henrique IV que deu ordens para que fizessem outra expedição para observar o lugar e formar a colônia e a capital.

Quando o rei protestante morreu, Daniel  de La Touche se juntou aos católicos  (jesuítas) que viriam para São Luís catequizar os índios. A fundação da cidade ocorreu na atual Praça Pedro II, lugar escolhido por ter uma área elevada entre o rio Bacanga e Anil.

Mesmo com a expulsão dos franceses pelos portugueses, Jerônimo de Albuquerque manteve o nome “São Luís” para guardar melhor a sua memória.

O nome foi escolhido após uma reunião em Paris, onde hoje é o Museu do Louvre, com Daniel de La Touche, François de Razilly e outros. O que se aplicou pela decisão de construir um forte com o nome do rei menino, Luís XIII, honrando também ao rei Santo, Luís IX,  erguendo, assim, um convento e um porto, que é a rampa campos Melo.

A influência portuguesa é mais predominante no estilo arquitetônico. São cerca de três mil sobrados e casarões espalhados pelas praças e ruas do Centro Histórico, tombados pela Unesco. Uma arquitetura colonial perfeita, mas que no momento as fachadas encontram-se em restauração com decoração dos tradicionais azulejos portugueses. Os antigos solares dos barões hoje abrigam museus, excelentes restaurantes, espaços culturais e lojas com muito artesanato local.

Recepção de um museu. @thaisrocholi

Receita de Bolinho de Tapioca

  • 1 litro de leite
  •  4 ovos grandes
  •  1 colher de sopa de sal
  •  1 colher de sopa de erva doce
  •  1 pacote de tapioca de caroço
  •  4 colheres de sopa de coco ralado
  •  4 colheres de sopa de manteiga
  1. Deixe a tapioca de molho no leite por aproximadamente 30 minutos e depois misture-a aos demais ingredientes.
  2. Unte tabuleiro com margarina e farinha de trigo e coloque as colheradas da massa, mas não deixe-as muito juntas porque essa massa costuma crescer.
  3. Asse em forno preaquecido por uns 30 minutos ou até os bolinhos dourarem.
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